JACAREPAGUÁ

Lembra da música "(...) senão eu vou pra Jacarepaguá"?
Situada numa grande planície entre o maciço da Tijuca e o maciço da Pedra Branca, a região de Jacarepaguá se desenvolveu de forma independente do restante da cidade. 
O nome vem das tribos Tupi-Guarani e significa lagoa rasa dos jacarés: yakaré + upá (lagoa) + guá (baixa, rasa).
Suas terras cultiváveis, limitadas entre as lagoas de Jacarepaguá, Camorim e Tijuca, estimularam o surgimento de engenhos de açúcar e grandes fazendas (ainda tem uma que pode ser vista da Linha Amarela, bem na Cidade de Deus). Igrejas e capelas construídas nesse período, ao longo dos séculos 16 e 17, ainda são marcos arquitetônicos do lugar, tal como a Igreja do Loreto.

Dentre alguns pontos turísticos de JPA, como é carinhosamente conhecido, pode-se citar o Parque Aquático Maria Lenk, a HSBC Arena e a Igreja da N. Sª da Peña local de visitação em que se pode vislumbrar todo o bairro. Vale a pena (sem qualquer trocadilho) conhecer!

Jacarepaguá é o segundo lugar que mais cresce na cidade do Rio de Janeiro.  Só em 2011, foram construídos 5.549 imóveis, o que representa 22% dos lançamentos realizados em todo o município, segundo pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). 

O aumento de imóveis em Jacarepaguá trouxe à região uma infraestrutura mais diferenciada até então desconhecida pelos moradores e que foi se compondo com muita coisa já oferecida localmente.

No Riocentro, maior centro de convenções da América Latina, brasileiros e estrangeiros de vários lugares participaram, em 2012, da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, num parque de 571 mil metros quadrados.

Esse bairro foi palco também de outros momentos memoráveis não só na vida do carioca, mas também do brasileiro. Ídolos de toda uma geração, os pilotos tricampeões da Fórmula1, Nelson Piquet e Ayrton Senna, estrearam no Grande Prêmio Brasil exatamente no Autódromo de Jacarepaguá, em 1980 e 1984, respectivamente. Foi no autódromo onde a Rede Globo lançou o ‘Tema da vitória’, em 1983, quando Nelson Piquet subiu ao pódio, trilha sonora que emociona até hoje os fãs da F1.
A emissora também preserva desde 1995 no bairro, o Projac que abriga 10 estúdios de gravação com até 10 mil m2, onde são gravadas novelas entre outras atrações.  Só as cidades cenográficas ocupam uma área de 160 mil metros quadrados.

Outra opção de lazer é a programação cultural do Teatro Sesi Jacarepaguá (Jpa), além das três salas de cinema que se destacam pela qualidade de imagem e som digital, onde as compras podem acompanhar a diversão, no Center Shopping e Rio Shopping.
Entretenimento aliado à qualidade de vida é a proposta dos 35 hectares de Mata Atlântica no Bosque da Freguesia. São pistas para caminhada, cooper, quadras esportivas e playgrounds abertos diariamente aos moradores e visitantes.

Em torno das áreas verdes e dos imóveis em Jacarepaguá, turistas e moradores se deparam com a beleza natural do Morro Jair Lourenço, da Pedra Branca, do Tamoio, entre outras paisagens do bairro que se desmembrou em mais 10: Anil, Curicica, Cidade de Deus, Freguesia (Jacarepaguá), Gardênia Azul, Pechincha, Praça Seca, Tanque e Taquara, que junto com Vila Valqueire e o próprio Jacarepaguá, fazem parte da XVI Região Administrativa (R.A.)

É mais um bairro emblemático que faz do Rio a cidade maravilhosa, que continua fascinando por volta de 1,70 milhão de turistas estrangeiros todo ano. 
      

Leia mais sobre Jacarepaguá no endereço http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacarepagua